Antes eu era importante - por um tempo fui imprescindível - agora sou dispensável. Triste, muito triste... E eu a amo, claro - não se deixa de amar assim. Mas certos limites não devem ser ultrapassados. Jamais.
Perdeu-me o respeito.
De onde? Por quê?
Cansei até de perguntar onde errei, porque não errei.
Mero excesso de carinho, atenção, e compreensão.
Disse coisas que feriram? Muito provavelmente!
Mas não porque eu quis ferir - jamais quis ferir.
Mas porque me leu - ouviu - interpretou errado.
Veja só...
Tantas alianças... mas nenhuma minha.
Tantas moradas em conjunto... mas nenhuma comigo.
Tantas noites de amor ou sexo... mas jamais me envolvendo.
Tantas promessas - ah, essas eu coleciono.
Entretanto - me ama. Ou amava.
Porque me maltrata - me ataca, me entende errado, me trata como se fosse um cão.
Cão? Jamais.
Ela respeita os cães como já não me respeita mais.
O que existe de mim?
Em parte, sou alguém que ela viu um dia subindo a rua.
Quando ela fez uma escolha: ele, por mim.
O que deu dele? O que viveu com ele? O que guarda dele?
Anteontem, ontem, e hoje - foram outras escolhas.
E eu estou olhando praquela mesma rua - querendo subir, mas pensando:
Será que é ela? Ela, egoísta assim? Ela, rude comigo dessa forma?
Ela, que não vê um palmo à frente do próprio nariz?
Não é ela.
Por isso, apenas olho pra rua, e quero subir.
Contudo, algo me segura.
Até quando?
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Quantas vezes...?
Quantas vezes um coração aguenta ser arrancado pra fora do peito?
Espero que sejam no mínimo três vezes...
Ou então já morri.
Espero que sejam no mínimo três vezes...
Ou então já morri.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Trocando em miúdos: A teoria, na prática, é outra.
Sempre.
Teoria > do Lat. theoria > theoría, acção de olhar, especulação. s. f., conhecimento especulativo, puramente racional; conjunto de princípios fundamentais de uma arte ou ciência; doutrina ou sistema acerca desses princípios; opiniões sistematizadas; hipótese; suposição; especulação; sistema; tese; conjectura; noções gerais.
Prática > do Lat. practica > praktiké, s. f., acto ou efeito de praticar; uso, praxe; maneira habitual de proceder, costume; rotina; aplicação da teoria; o saber, filho da experiência; tirocínio; conversa; palestra; homilia; licença dada aos navegantes, para comunicarem com a terra.
Outra> do Lat. alteru > pron. indef., diferente; que não é o mesmo; diverso; o seguinte; um novo; igual; semelhante.
Ou seja:
O conhecimento especulativo, na maneira habitual de proceder, é diferente.
O conjunto de princípios fundamentais de uma arte ou ciência, no uso, não é o mesmo.
As opiniões sistematizadas, na rotina, são novas.
A hipótese, suposição ou especulação, na aplicação da teoria, é igual.
Tudo isso, querida, escrevi pra te dizer que nem tudo é como deve ser, nem tudo o que deve ser será, e eis algo que importa: que você seja sempre quem diz ser \o/
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Teoria > do Lat. theoria > theoría, acção de olhar, especulação. s. f., conhecimento especulativo, puramente racional; conjunto de princípios fundamentais de uma arte ou ciência; doutrina ou sistema acerca desses princípios; opiniões sistematizadas; hipótese; suposição; especulação; sistema; tese; conjectura; noções gerais.
Prática > do Lat. practica > praktiké, s. f., acto ou efeito de praticar; uso, praxe; maneira habitual de proceder, costume; rotina; aplicação da teoria; o saber, filho da experiência; tirocínio; conversa; palestra; homilia; licença dada aos navegantes, para comunicarem com a terra.
Outra> do Lat. alteru > pron. indef., diferente; que não é o mesmo; diverso; o seguinte; um novo; igual; semelhante.
Ou seja:
O conhecimento especulativo, na maneira habitual de proceder, é diferente.
O conjunto de princípios fundamentais de uma arte ou ciência, no uso, não é o mesmo.
As opiniões sistematizadas, na rotina, são novas.
A hipótese, suposição ou especulação, na aplicação da teoria, é igual.
Tudo isso, querida, escrevi pra te dizer que nem tudo é como deve ser, nem tudo o que deve ser será, e eis algo que importa: que você seja sempre quem diz ser \o/
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terça-feira, 2 de setembro de 2008
Refém
Refém dos remedios.. refém em minha própria casa...
refém da (in)vida...
**- In
prefixo de negação**
*Zolpidem 20mg
O Stilnox é o zolpidem, um hipnótico (medicação usada para induzir ao sono) do grupo das imidazopiridinas.
Como deve ser usado e quais são os efeitos?A dose recomendada varia entre 5 e 10mg (1/2 a 1 comp). O zolpidem induz rapidamente ao sono, levando de 30 minutos a 2 horas o pico máximo, mas o efeito indutor do sono é sentido antes disso. Seu tempo de eliminação é de 2 horas, em pessoas com insuficiência hepática esse tempo fica aumentado. Deve-se preferencialemente ser administrado em jejum de 2 horas, para maximizar seu efeito. Pessoas acima de 65 anos de idade é recomendável inicialmente 1/2 comp. Raramente essa medicação insuz a algum grau de dependência, não havendo problemas em sua retirada. Nos casos em que os usuários ainda tenham insênia, a retirada deverá provocar insônia rebote.
Considerações importantesOs efeitos colaterais mais comuns são amnésia anterógrada (amnésia para os eventos ocorridos após a tomada da medicação). descoordenação motora, diarréia, diminuição dos reflexos, fadiga, tonteiras. Essa medicação pode ser usada tanto para os casos de insônia eventual como as crônicas, pois não tende e perder o efeito após dois meses de uso, não há o que se chame de efeito de auto-indução como os benzodiazepínicos.
*Lamotrigina 100mg
O lamictal é a lamotrigina, um novo anticonvulsivante que vem apresentando bons resultados também para a mania.
Modo de usarA dose de manutenção vaira entre 100 e 200mg, podendo quando necessário chegar a 450mg. A introdução da medicação deve ser gradual, iniciando-se com 25mg e elevando-se de acordo com os resultados, os pacientes mais sensíveis devem ter a dose elevada mais lentamente e os demais podem seguir um ritmo mais rápido até se obter o máximo de efeito antimaníaco com o mínimo de dose.
Efeitos ColateraisEventos adversos, relatados durante a monoterapia com lamictal, incluem cefaléia, cansaço, exantema, náuseas, vertigem, sonolência e insônia. Outras reações adversas incluem: diplopia, visão turva, conjuntivite, vertigem, sonolência, cefaléia, cansaço, distúrbios gastrintestinais (incluindo vômitos e diarréia), irritabilidade/agressividade, agitação, confusão e alucinações.
*Venlafaxina 225mg
O venlift é a venlafaxina, um inibidor da recaptação da serotonina e da norepinefrina
Para que serve ?As principais indicações de uso são para o controle da depressão e do transtorno obsessivo-compulsivo.
Como é usado ?
A dose inicial pode ser de 75mg ou 37,5 de acordo com o peso do paciente. A dose pode ser elevada em 75mg a cada 4 dias até compor 375mg/dia, ou menos se o paciente obtiver bons resultados com doses menores. É recomendável distribuir a dose ao longo do dia
Principais efeitos colaterais Dores de cabeça, sonolência ou insônia, tonteiras, nervosismo e inquietação, ressecamento da boca, enjôo, retardo da ejaculação, aumento da quantidade de suor, tremores, sensação de batimento desconfortável do coração, borramento da visão, prisão de ventre
Considerações importantesHá pacientes que tiveram os níveis de pressão arterial elevados pelo uso continuado do venlift, é conveniente, portanto verificar a pressão rotineiramente; essa elevação contudo não chegou a constituir-se numa emergência. Não é permitido a combinação dessa medicação com a tranilcipromina ou similares. Não há estudos do uso com crianças. As gestantes devem evitá-lo no primeiro trimestre de gestação.
refém da (in)vida...
**- In
prefixo de negação**
*Zolpidem 20mg
O Stilnox é o zolpidem, um hipnótico (medicação usada para induzir ao sono) do grupo das imidazopiridinas.
Como deve ser usado e quais são os efeitos?A dose recomendada varia entre 5 e 10mg (1/2 a 1 comp). O zolpidem induz rapidamente ao sono, levando de 30 minutos a 2 horas o pico máximo, mas o efeito indutor do sono é sentido antes disso. Seu tempo de eliminação é de 2 horas, em pessoas com insuficiência hepática esse tempo fica aumentado. Deve-se preferencialemente ser administrado em jejum de 2 horas, para maximizar seu efeito. Pessoas acima de 65 anos de idade é recomendável inicialmente 1/2 comp. Raramente essa medicação insuz a algum grau de dependência, não havendo problemas em sua retirada. Nos casos em que os usuários ainda tenham insênia, a retirada deverá provocar insônia rebote.
Considerações importantesOs efeitos colaterais mais comuns são amnésia anterógrada (amnésia para os eventos ocorridos após a tomada da medicação). descoordenação motora, diarréia, diminuição dos reflexos, fadiga, tonteiras. Essa medicação pode ser usada tanto para os casos de insônia eventual como as crônicas, pois não tende e perder o efeito após dois meses de uso, não há o que se chame de efeito de auto-indução como os benzodiazepínicos.
*Lamotrigina 100mg
O lamictal é a lamotrigina, um novo anticonvulsivante que vem apresentando bons resultados também para a mania.
Modo de usarA dose de manutenção vaira entre 100 e 200mg, podendo quando necessário chegar a 450mg. A introdução da medicação deve ser gradual, iniciando-se com 25mg e elevando-se de acordo com os resultados, os pacientes mais sensíveis devem ter a dose elevada mais lentamente e os demais podem seguir um ritmo mais rápido até se obter o máximo de efeito antimaníaco com o mínimo de dose.
Efeitos ColateraisEventos adversos, relatados durante a monoterapia com lamictal, incluem cefaléia, cansaço, exantema, náuseas, vertigem, sonolência e insônia. Outras reações adversas incluem: diplopia, visão turva, conjuntivite, vertigem, sonolência, cefaléia, cansaço, distúrbios gastrintestinais (incluindo vômitos e diarréia), irritabilidade/agressividade, agitação, confusão e alucinações.
*Venlafaxina 225mg
O venlift é a venlafaxina, um inibidor da recaptação da serotonina e da norepinefrina
Para que serve ?As principais indicações de uso são para o controle da depressão e do transtorno obsessivo-compulsivo.
Como é usado ?
A dose inicial pode ser de 75mg ou 37,5 de acordo com o peso do paciente. A dose pode ser elevada em 75mg a cada 4 dias até compor 375mg/dia, ou menos se o paciente obtiver bons resultados com doses menores. É recomendável distribuir a dose ao longo do dia
Principais efeitos colaterais Dores de cabeça, sonolência ou insônia, tonteiras, nervosismo e inquietação, ressecamento da boca, enjôo, retardo da ejaculação, aumento da quantidade de suor, tremores, sensação de batimento desconfortável do coração, borramento da visão, prisão de ventre
Considerações importantesHá pacientes que tiveram os níveis de pressão arterial elevados pelo uso continuado do venlift, é conveniente, portanto verificar a pressão rotineiramente; essa elevação contudo não chegou a constituir-se numa emergência. Não é permitido a combinação dessa medicação com a tranilcipromina ou similares. Não há estudos do uso com crianças. As gestantes devem evitá-lo no primeiro trimestre de gestação.
Ditadura Familiar
Hoje acordei bem...
Pão na chapa e Bia..
que combinação nao??
mas.. chega umas 22:00 e eu começo a ficar ruim.. me vem o medo.. o panico do futuro...
e contar p quem???
nao posso!
tenho que me calar..
ou vão me prender mais.. achando que a cura está na repressão
**repressão
do Lat. repressiones. f.,
acto ou efeito de reprimir.
reprimir
do Lat. reprimerev. tr.,
suster a acção ou movimento de;
conter;
sofrear;
sustar;
moderar;
coibir;
proibir por meio de castigo;
oprimir;
castigar;
refrear.**
Qual será a cura?
O QUE é a cura?
como saber se não estou curada?
todo nós temos felicidades e infelicidades
ninguém sorri o tempo todo...
então como vou saber se já nao me acostumei com a depressão.. com "achar" que estou em depressão?
**acostumar
v. tr.,
fazer contrair um costume;
afazer;
habituar;
avezar;v. refl.,
habituar-se. **
Depressão é uma doença..
e toda donça tem cura!
**O Que é Depressão?
A depressão é uma doença "do organismo como um todo", que compromete o físico, o humor e, em conseqüência, o pensamento. A Depressão altera a maneira como a pessoa vê o mundo e sente a realidade, entende as coisas, manifesta emoções, sente a disposição e o prazer com a vida. Ela afeta a forma como a pessoa se alimenta e dorme, como se sente em relação a si próprio e como pensa sobre as coisas.A Depressão é, portanto, uma doença afetiva ou do humor, não é simplesmente estar na "fossa" ou com "baixo astral" passageiro. Também não é sinal de fraqueza, de falta de pensamentos positivos ou uma condição que possa ser superada apenas pela força de vontade ou com esforço.As pessoas com doença depressiva (estima-se que 17% das pessoas adultas sofram de uma doença depressiva em algum período da vida) não podem, simplesmente, melhorar por conta própria e através dos pensamentos positivos, conhecendo pessoas novas, viajando, passeando ou tirando férias. Sem tratamento, os sintomas podem durar semanas, meses ou anos. O tratamento adequado, entretanto, pode ajudar a maioria das pessoas que sofrem de depressão.A Depressão, de um modo geral, resulta numa inibição global da pessoa, afeta a parte psíquica, as funções mais nobres da mente humana, como a memória, o raciocínio, a criatividade, a vontade, o amor e o sexo, e também a parte física. Enfim, tudo parece ser difícil, problemático e cansativo para o deprimido.A pessoa deprimida não tem ânimo para os prazeres e para quase nada na vida, de pouco adiantam os conselhos para que passeiem, para que encontrem pessoas diferentes, para que freqüentem grupos religiosos ou pratiquem atividade exóticas.Os sentimentos depressivos vêm do interior da pessoa e não de fora dela e é por isso que as coisas do mundo, as quais normalmente são agradáveis para quem não está deprimido, parecem aborrecedoras e sem sentido para o deprimido.A Depressão é medicamente mais entendida como um mal funcionamento cerebral do que uma má vontade psíquica ou uma cegueira mental para as coisas boas que a vida pode oferecer. A pessoa deprimida sabe e tem consciência das coisas boas de sua vida, sabe que tudo poderia ser bem pior, pode até saber que os motivos para seu estado sentimental não são tão importantes assim, entretanto, apesar de saber isso tudo e de não desejar estar dessa forma, continua muito deprimido.Portanto, as doenças depressivas se manifestam de diversas maneiras, da mesma forma que outras doenças, como, por exemplo, as do coração.Respondendo a pergunta inicial sobre o que é a Depressão?, podemos dizer: a Depressão é um Transtorno Afetivo (ou do Humor), caracterizada por uma alteração psíquica e orgânica global, com conseqüentes alterações na maneira de valorizar a realidade e a vida. Depois dessa explicação seria interessante saber o que é o Afeto, já que a Depressão é uma doença afetiva.**
**O Que é o Afeto?
Afeto é a parte de nosso psiquismo responsável pela maneira de sentir e perceber a realidade. A afetividade é, então, o a parte psíquica responsável pelo significado sentimental de tudo aquilo que vivemos. Se as coisas que vivenciamos estão sendo agradáveis, prazerosas, sofríveis, angustiantes, causam medo ou pânico, dão satisfação, etc., todos esses valores são atribuídos pela nossa afetividade. Será através de nosso Afeto que o mundo, no qual vivemos, chega até nossa consciência com o significado emocional que tem para nós.A afetividade funciona como as lentes dos óculos através das quais enxergamos emocionalmente nossa realidade. Através dessas lentes podemos perceber nossa realidade com mais clareza ou não, com mais colorido ou não, com mais esperança ou não e assim por diante. Há determinados estados onde a pessoa enxerga sua realidade como se estivesse usando óculos escuros, ou seja, tudo é percebido de maneira cinzenta, escura e nublada. Outros percebem a realidade como se estivessem usando óculos cor-de-rosa, onde tudo parece mais exuberante. Alguns vêem o mundo através de uma lupa, onde as questões adquirem dimensões maiores e assim por diante. Tendo em vista o fato da afetividade (lentes do óculos) ser diferente entre as pessoas, alguns sofrerão mais que outros diante de um mesmo problema. Devido a essa sensibilidade pessoal diferente para com a realidade, cada um de nós reagirá à essa realidade também de maneira muito pessoal e diferente. Aqueles que se sentem ameaçados reagem de uma maneira, aqueles que se percebem inseguros de outra, os otimistas de outra ainda, os tímidos, os expansivos, os pensativos, os sentimentais e por aí à fora, cada um reagindo à vida de maneira própria e pessoal.Deve ficar claro que a afetividade não pode ser simplesmente submetida à influência da vontade, portanto, ninguém deseja voluntariamente Ter um afeto depressivo, assim como, também, dificilmente alguém conseguirá melhorar seu estado afetivo simplesmente porque um amigo ou pessoa de sua intimidade lhe dê bons conselhos e palavras de otimismo. A afetividade pode ser melhorada e adequada mediante dois procedimentos: com a utilização de medicamentos que atuam nos neurotransmissores e nos neuroreceptores cerebrais e, através de práticas psicoterápicas e psicopedagógicas de aperfeiçoamento da personalidade. Nesse último caso pleiteai-se que a pessoa passe a conhecer melhor as questões de suas emoções e de sua Depressão. Através desse conhecimento pretende-se que a pessoa passe a melhorar sua relação com a realidade e consigo mesma.Devido ao afeto depressivo e negativo, as sensações físicas corriqueiras e habituais em qualquer pessoa são valorizadas pessimistamente nos deprimidos. Uma simples tontura, por exemplo, apesar de ser um acontecimento perfeitamente trivial na vida de qualquer pessoa, é percebida como algo mais sério pelo deprimido, como uma ameaça de desmaio ou coisa assim. Por causa do afeto depressivo as pessoas passam a observar exageradamente o funcionamento de seus organismos. Ora verificando o ritmo intestinal, ora prestando muita atenção às sensações vagas, aos formigamentos, às dores aqui e ali, às indisposições, palpitações e assim por diante.**
**Como é a Depressão?
O quadro da Depressão é o mais variável possível, de acordo com a personalidade da pessoa deprimida. Da mesma forma, como cada um de nós reage diferente aos sentimentos, cada um terá uma maneira pessoal de manifestar sua Depressão. Há pessoas que ficam caladas diante das suas preocupações, outras choram, outras contam suas dificuldades para todo mundo, outras sentem dor de estômago, alguns têm aumento da pressão arterial, enfim, cada um reagirá diferentemente diante de suas emoções.Podemos fazer uma comparação didática entre a depressão e a alergia. A alergia é uma tipo de resposta de nosso organismo à alguma coisa capaz de irritá-lo. Embora várias pessoas possam ser alérgicas, cada qual manifestará sua alergia de maneira particular e será alérgica à diferentes elementos; algumas terão rinite, outras asma, outras ainda urticária ou simples coceiras e assim por diante. O fenômeno em pauta é um só: a alergia. Entretanto, cada organismo tem sua própria maneira própria de manifestá-la. Portanto, aquela velha mania das pessoas ficarem comparando entre si o que sentem não é suficiente para que se dê o diagnóstico de Depressão. Para alguns acontece da Depressão se manifestar através da Síndrome do Pânico, por exemplo, sem tristeza, sem desânimo e sem choro, enquanto, para outros ela se apresenta sob a forma Típica, com tristeza, choro e apatia. Outros ainda, podem apresentar sintomas físicos e assim por diante. Crianças deprimidas, em geral, costumam ir mal na escola, ficam rebeldes, irritadas e não se mostram tristes. Embora em todos os casos haja depressão, não se pode comparar sintomas.O popular Esgotamento pode ser também uma outra forma da Depressão. Sentir-se esgotado é sentir-se sem disposição para a vida. Não para a vida em seu sentido biológico de continuar vivendo, mas à vida em seu sentido cotidiano; falta disposição para continuar, dia após dia, a enfrentar os mesmos problemas corriqueiros, falta disposição para enfrentar a monotonia e a constância da vida, para continuar à fazer as mesmas coisas, para suportar as mesmas pessoas, etc. Esgotamos, por assim dizer, nossa energia e nossa capacidade de adaptação ao trivial, ao feijão-com-arroz de nossa vida cheia de problemas.O que se constata na clínica é que não existe um estado de esgotamento sem que haja também um estado afetivo diminuído. Esse estado afetivo pode ser a causa ou a conseqüência do esgotamento, ou seja; ou a pessoa teve um episódio depressivo e acabou por entrar em esgotamento ou, ao contrário, começou por apresentar um esgotamento que acabou resultando num estado depressivo.Na Depressão Típica falta energia para tolerar conviver com nosso próximo, falta tolerância para aceitar o jeito de ser dos outros, falta ânimo para resolver problemas da vida, falta otimismo para acreditar que as coisas estão bem.Hoje, mais do que nunca, há uma tendência (científica) em aceitar o fato da Depressão, seja por esgotamento ou sem motivos aparentes, ser conseqüência não apenas das experiências de vida atuais ou do passado, como se pensava antes mas, principalmente, causada por uma determinada alteração orgânica-cerebral (física).Como dissemos antes, podemos dividir a Depressão em dois tipos básicos: a Depressão Típica, com todos os sintomas emocionais percebidos e sentidos pelas pessoas de maneira franca, ou seja, com um quadro predominantemente emocional de indisposição, insegurança, angústia, tristeza, apatia, desânimo, etc. e a Depressão Atípica, ou seja, com sintomas que não sugerem (à primeira vista) tratar-se de uma Depressão mas que equivalem à ela em sua essência.**
**O Pensamento Depressivo
A Depressão se caracteriza também por tipos próprios de esquema de pensamento. As idéias e crenças da pessoa deprimida são, freqüentemente, negativas. Apesar dessas idéias parecerem artificiais e completamente sem fundamento para as pessoas não-deprimidas, ou mesmo para o próprio deprimido quando não está em Depressão, durante o momento em que o afeto está deprimido esses pensamentos parecem bastante verdadeiros. Depois de passada a crise de Depressão o próprio depressivo entende o absurdo de tais pensamentos.Não há, evidentemente, apenas um esquema de pensamento característico para todos pacientes deprimidos mas, de um modo geral, podemos reconhecer certos esquemas de pensamento comuns à esses pacientes.Conhecendo os esquemas de pensamento possíveis na Depressão, podemos entender claramente porque algumas palavras ditas sem nenhuma pretensão ofensiva e atitudes muitas vezes inocentes podem ser interpretadas negativamente pelos deprimidos. Uma simples brincadeira ao dizer que uma pessoa é feia, chata ou que está incomodando poderá ser interpretada ao pé da letra e não como uma simples brincadeira. Para o paciente depressivo essas brincadeiras podem representar verdadeiras. Podem também interpretar negativamente uma simples reportagem na televisão sobre determinado vírus ou doença.**
Pão na chapa e Bia..
que combinação nao??
mas.. chega umas 22:00 e eu começo a ficar ruim.. me vem o medo.. o panico do futuro...
e contar p quem???
nao posso!
tenho que me calar..
ou vão me prender mais.. achando que a cura está na repressão
**repressão
do Lat. repressiones. f.,
acto ou efeito de reprimir.
reprimir
do Lat. reprimerev. tr.,
suster a acção ou movimento de;
conter;
sofrear;
sustar;
moderar;
coibir;
proibir por meio de castigo;
oprimir;
castigar;
refrear.**
Qual será a cura?
O QUE é a cura?
como saber se não estou curada?
todo nós temos felicidades e infelicidades
ninguém sorri o tempo todo...
então como vou saber se já nao me acostumei com a depressão.. com "achar" que estou em depressão?
**acostumar
v. tr.,
fazer contrair um costume;
afazer;
habituar;
avezar;v. refl.,
habituar-se. **
Depressão é uma doença..
e toda donça tem cura!
**O Que é Depressão?
A depressão é uma doença "do organismo como um todo", que compromete o físico, o humor e, em conseqüência, o pensamento. A Depressão altera a maneira como a pessoa vê o mundo e sente a realidade, entende as coisas, manifesta emoções, sente a disposição e o prazer com a vida. Ela afeta a forma como a pessoa se alimenta e dorme, como se sente em relação a si próprio e como pensa sobre as coisas.A Depressão é, portanto, uma doença afetiva ou do humor, não é simplesmente estar na "fossa" ou com "baixo astral" passageiro. Também não é sinal de fraqueza, de falta de pensamentos positivos ou uma condição que possa ser superada apenas pela força de vontade ou com esforço.As pessoas com doença depressiva (estima-se que 17% das pessoas adultas sofram de uma doença depressiva em algum período da vida) não podem, simplesmente, melhorar por conta própria e através dos pensamentos positivos, conhecendo pessoas novas, viajando, passeando ou tirando férias. Sem tratamento, os sintomas podem durar semanas, meses ou anos. O tratamento adequado, entretanto, pode ajudar a maioria das pessoas que sofrem de depressão.A Depressão, de um modo geral, resulta numa inibição global da pessoa, afeta a parte psíquica, as funções mais nobres da mente humana, como a memória, o raciocínio, a criatividade, a vontade, o amor e o sexo, e também a parte física. Enfim, tudo parece ser difícil, problemático e cansativo para o deprimido.A pessoa deprimida não tem ânimo para os prazeres e para quase nada na vida, de pouco adiantam os conselhos para que passeiem, para que encontrem pessoas diferentes, para que freqüentem grupos religiosos ou pratiquem atividade exóticas.Os sentimentos depressivos vêm do interior da pessoa e não de fora dela e é por isso que as coisas do mundo, as quais normalmente são agradáveis para quem não está deprimido, parecem aborrecedoras e sem sentido para o deprimido.A Depressão é medicamente mais entendida como um mal funcionamento cerebral do que uma má vontade psíquica ou uma cegueira mental para as coisas boas que a vida pode oferecer. A pessoa deprimida sabe e tem consciência das coisas boas de sua vida, sabe que tudo poderia ser bem pior, pode até saber que os motivos para seu estado sentimental não são tão importantes assim, entretanto, apesar de saber isso tudo e de não desejar estar dessa forma, continua muito deprimido.Portanto, as doenças depressivas se manifestam de diversas maneiras, da mesma forma que outras doenças, como, por exemplo, as do coração.Respondendo a pergunta inicial sobre o que é a Depressão?, podemos dizer: a Depressão é um Transtorno Afetivo (ou do Humor), caracterizada por uma alteração psíquica e orgânica global, com conseqüentes alterações na maneira de valorizar a realidade e a vida. Depois dessa explicação seria interessante saber o que é o Afeto, já que a Depressão é uma doença afetiva.**
**O Que é o Afeto?
Afeto é a parte de nosso psiquismo responsável pela maneira de sentir e perceber a realidade. A afetividade é, então, o a parte psíquica responsável pelo significado sentimental de tudo aquilo que vivemos. Se as coisas que vivenciamos estão sendo agradáveis, prazerosas, sofríveis, angustiantes, causam medo ou pânico, dão satisfação, etc., todos esses valores são atribuídos pela nossa afetividade. Será através de nosso Afeto que o mundo, no qual vivemos, chega até nossa consciência com o significado emocional que tem para nós.A afetividade funciona como as lentes dos óculos através das quais enxergamos emocionalmente nossa realidade. Através dessas lentes podemos perceber nossa realidade com mais clareza ou não, com mais colorido ou não, com mais esperança ou não e assim por diante. Há determinados estados onde a pessoa enxerga sua realidade como se estivesse usando óculos escuros, ou seja, tudo é percebido de maneira cinzenta, escura e nublada. Outros percebem a realidade como se estivessem usando óculos cor-de-rosa, onde tudo parece mais exuberante. Alguns vêem o mundo através de uma lupa, onde as questões adquirem dimensões maiores e assim por diante. Tendo em vista o fato da afetividade (lentes do óculos) ser diferente entre as pessoas, alguns sofrerão mais que outros diante de um mesmo problema. Devido a essa sensibilidade pessoal diferente para com a realidade, cada um de nós reagirá à essa realidade também de maneira muito pessoal e diferente. Aqueles que se sentem ameaçados reagem de uma maneira, aqueles que se percebem inseguros de outra, os otimistas de outra ainda, os tímidos, os expansivos, os pensativos, os sentimentais e por aí à fora, cada um reagindo à vida de maneira própria e pessoal.Deve ficar claro que a afetividade não pode ser simplesmente submetida à influência da vontade, portanto, ninguém deseja voluntariamente Ter um afeto depressivo, assim como, também, dificilmente alguém conseguirá melhorar seu estado afetivo simplesmente porque um amigo ou pessoa de sua intimidade lhe dê bons conselhos e palavras de otimismo. A afetividade pode ser melhorada e adequada mediante dois procedimentos: com a utilização de medicamentos que atuam nos neurotransmissores e nos neuroreceptores cerebrais e, através de práticas psicoterápicas e psicopedagógicas de aperfeiçoamento da personalidade. Nesse último caso pleiteai-se que a pessoa passe a conhecer melhor as questões de suas emoções e de sua Depressão. Através desse conhecimento pretende-se que a pessoa passe a melhorar sua relação com a realidade e consigo mesma.Devido ao afeto depressivo e negativo, as sensações físicas corriqueiras e habituais em qualquer pessoa são valorizadas pessimistamente nos deprimidos. Uma simples tontura, por exemplo, apesar de ser um acontecimento perfeitamente trivial na vida de qualquer pessoa, é percebida como algo mais sério pelo deprimido, como uma ameaça de desmaio ou coisa assim. Por causa do afeto depressivo as pessoas passam a observar exageradamente o funcionamento de seus organismos. Ora verificando o ritmo intestinal, ora prestando muita atenção às sensações vagas, aos formigamentos, às dores aqui e ali, às indisposições, palpitações e assim por diante.**
**Como é a Depressão?
O quadro da Depressão é o mais variável possível, de acordo com a personalidade da pessoa deprimida. Da mesma forma, como cada um de nós reage diferente aos sentimentos, cada um terá uma maneira pessoal de manifestar sua Depressão. Há pessoas que ficam caladas diante das suas preocupações, outras choram, outras contam suas dificuldades para todo mundo, outras sentem dor de estômago, alguns têm aumento da pressão arterial, enfim, cada um reagirá diferentemente diante de suas emoções.Podemos fazer uma comparação didática entre a depressão e a alergia. A alergia é uma tipo de resposta de nosso organismo à alguma coisa capaz de irritá-lo. Embora várias pessoas possam ser alérgicas, cada qual manifestará sua alergia de maneira particular e será alérgica à diferentes elementos; algumas terão rinite, outras asma, outras ainda urticária ou simples coceiras e assim por diante. O fenômeno em pauta é um só: a alergia. Entretanto, cada organismo tem sua própria maneira própria de manifestá-la. Portanto, aquela velha mania das pessoas ficarem comparando entre si o que sentem não é suficiente para que se dê o diagnóstico de Depressão. Para alguns acontece da Depressão se manifestar através da Síndrome do Pânico, por exemplo, sem tristeza, sem desânimo e sem choro, enquanto, para outros ela se apresenta sob a forma Típica, com tristeza, choro e apatia. Outros ainda, podem apresentar sintomas físicos e assim por diante. Crianças deprimidas, em geral, costumam ir mal na escola, ficam rebeldes, irritadas e não se mostram tristes. Embora em todos os casos haja depressão, não se pode comparar sintomas.O popular Esgotamento pode ser também uma outra forma da Depressão. Sentir-se esgotado é sentir-se sem disposição para a vida. Não para a vida em seu sentido biológico de continuar vivendo, mas à vida em seu sentido cotidiano; falta disposição para continuar, dia após dia, a enfrentar os mesmos problemas corriqueiros, falta disposição para enfrentar a monotonia e a constância da vida, para continuar à fazer as mesmas coisas, para suportar as mesmas pessoas, etc. Esgotamos, por assim dizer, nossa energia e nossa capacidade de adaptação ao trivial, ao feijão-com-arroz de nossa vida cheia de problemas.O que se constata na clínica é que não existe um estado de esgotamento sem que haja também um estado afetivo diminuído. Esse estado afetivo pode ser a causa ou a conseqüência do esgotamento, ou seja; ou a pessoa teve um episódio depressivo e acabou por entrar em esgotamento ou, ao contrário, começou por apresentar um esgotamento que acabou resultando num estado depressivo.Na Depressão Típica falta energia para tolerar conviver com nosso próximo, falta tolerância para aceitar o jeito de ser dos outros, falta ânimo para resolver problemas da vida, falta otimismo para acreditar que as coisas estão bem.Hoje, mais do que nunca, há uma tendência (científica) em aceitar o fato da Depressão, seja por esgotamento ou sem motivos aparentes, ser conseqüência não apenas das experiências de vida atuais ou do passado, como se pensava antes mas, principalmente, causada por uma determinada alteração orgânica-cerebral (física).Como dissemos antes, podemos dividir a Depressão em dois tipos básicos: a Depressão Típica, com todos os sintomas emocionais percebidos e sentidos pelas pessoas de maneira franca, ou seja, com um quadro predominantemente emocional de indisposição, insegurança, angústia, tristeza, apatia, desânimo, etc. e a Depressão Atípica, ou seja, com sintomas que não sugerem (à primeira vista) tratar-se de uma Depressão mas que equivalem à ela em sua essência.**
**O Pensamento Depressivo
A Depressão se caracteriza também por tipos próprios de esquema de pensamento. As idéias e crenças da pessoa deprimida são, freqüentemente, negativas. Apesar dessas idéias parecerem artificiais e completamente sem fundamento para as pessoas não-deprimidas, ou mesmo para o próprio deprimido quando não está em Depressão, durante o momento em que o afeto está deprimido esses pensamentos parecem bastante verdadeiros. Depois de passada a crise de Depressão o próprio depressivo entende o absurdo de tais pensamentos.Não há, evidentemente, apenas um esquema de pensamento característico para todos pacientes deprimidos mas, de um modo geral, podemos reconhecer certos esquemas de pensamento comuns à esses pacientes.Conhecendo os esquemas de pensamento possíveis na Depressão, podemos entender claramente porque algumas palavras ditas sem nenhuma pretensão ofensiva e atitudes muitas vezes inocentes podem ser interpretadas negativamente pelos deprimidos. Uma simples brincadeira ao dizer que uma pessoa é feia, chata ou que está incomodando poderá ser interpretada ao pé da letra e não como uma simples brincadeira. Para o paciente depressivo essas brincadeiras podem representar verdadeiras. Podem também interpretar negativamente uma simples reportagem na televisão sobre determinado vírus ou doença.**
"Perdoa-lhes, Pai, eles não sabem o que fazem.'
refém
do Ár. rahen,
pl. de rahn, penhors.
2 gén.,
pessoa, praça, etc. , que fica em poder do inimigo para caucionar um tratado ou para obrigar os adversários a ceder às suas exigências.
internar
v. tr.,
obrigar a residir no interior de um país;
introduzir;
colocar dentro;
meter alguém numa casa de saúde ou em colégio, etc. ;
v. refl.,
embrenhar-se;
meter-se pelo interior.
liberdade
do Lat. libertates. f.,
faculdade de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio qualquer coisa;
gozo dos direitos do homem livre;
independência;
autonomia;
permissão;
ousadia;
(no pl. ) regalias;
(no pl. ) privilégios;
(no pl. ) imunidades.
- de consciência: direito de emitir opiniões religiosas e políticas que se julguem verdadeiras;
- de imprensa: direito concedido à publicação de algo sem necessidade de qualquer autorização ou censura prévia, mas sujeito à lei, em caso de abuso;
- individual: garantia que qualquer cidadão possui de não ser impedido de exercer e usufruir dos seus direitos, excepto em casos previstos por lei.
****************************
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Agora eu me pergunto...:
Onde foi o exato momento em que eu errei?
Qual o começo do meu fracasso?
Onde foi que comecei a ser falha?
*************"Perdoa-lhes, Pai,
eles não sabem o que fazem."*************
do Ár. rahen,
pl. de rahn, penhors.
2 gén.,
pessoa, praça, etc. , que fica em poder do inimigo para caucionar um tratado ou para obrigar os adversários a ceder às suas exigências.
internar
v. tr.,
obrigar a residir no interior de um país;
introduzir;
colocar dentro;
meter alguém numa casa de saúde ou em colégio, etc. ;
v. refl.,
embrenhar-se;
meter-se pelo interior.
liberdade
do Lat. libertates. f.,
faculdade de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio qualquer coisa;
gozo dos direitos do homem livre;
independência;
autonomia;
permissão;
ousadia;
(no pl. ) regalias;
(no pl. ) privilégios;
(no pl. ) imunidades.
- de consciência: direito de emitir opiniões religiosas e políticas que se julguem verdadeiras;
- de imprensa: direito concedido à publicação de algo sem necessidade de qualquer autorização ou censura prévia, mas sujeito à lei, em caso de abuso;
- individual: garantia que qualquer cidadão possui de não ser impedido de exercer e usufruir dos seus direitos, excepto em casos previstos por lei.
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DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III)da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948
A Assembléia Geral proclama
A presente Declaração Universal dos Diretos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.
A presente Declaração Universal dos Diretos Humanos como o ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações, com o objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta Declaração, se esforce, através do ensino e da educação, por promover o respeito a esses direitos e liberdades, e, pela adoção de medidas progressivas de caráter nacional e internacional, por assegurar o seu reconhecimento e a sua observância universais e efetivos, tanto entre os povos dos próprios Estados-Membros, quanto entre os povos dos territórios sob sua jurisdição.
Artigo I
Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.
Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.
Artigo II
Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.
Toda pessoa tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.
Artigo III
Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Toda pessoa tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.
Artigo VI
Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei.
Toda pessoa tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecida como pessoa perante a lei.
Artigo VII
Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.
Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.
Artigo IX
Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.
Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.
Artigo XII
Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.
Ninguém será sujeito a interferências na sua vida privada, na sua família, no seu lar ou na sua correspondência, nem a ataques à sua honra e reputação. Toda pessoa tem direito à proteção da lei contra tais interferências ou ataques.
Artigo XIII
1. Toda pessoa tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado.
1. Toda pessoa tem direito à liberdade de locomoção e residência dentro das fronteiras de cada Estado.
2. Toda pessoa tem o direito de deixar qualquer país, inclusive o próprio, e a este regressar.
Artigo XVIII
Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.
Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular.
Artigo XIX
Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.
Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras.
Artigo XX
1. Toda pessoa tem direito à liberdade de reunião e associação pacíficas.
1. Toda pessoa tem direito à liberdade de reunião e associação pacíficas.
2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.
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Agora eu me pergunto...:
Onde foi o exato momento em que eu errei?
Qual o começo do meu fracasso?
Onde foi que comecei a ser falha?
*************"Perdoa-lhes, Pai,
eles não sabem o que fazem."*************
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